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sábado, 30 de novembro de 2013

Da vontade de retomar o que se parou

Lamentavelmente, precisei ficar distante do meu blog por esses meses. Não consegui produzir ideias interessantes e optei pelo silêncio.... Peço até desculpas aos amigos. Mas agora, mesmo tendo passado esse tempo, é preciso alimentar a vontade de retomar o que se parou. E é com esse espírito que me esforço no sentido de retomar minhas produções. A busca do conhecimento e a vontade de refletir sobre as variáveis de aprendizagem serão minhas guias nessa retomada.
Tenho refletido muito sobre a ideia de desenvolvimento das pessoas; é um conceito que vai me acompanhar nos meus trabalhos. Curioso é observar que mesmo essa fase em que me silenciei constitui-se um dos processos de desenvolvimento. Às vezes é preciso parar, avistando de longe os movimentos. Às vezes, é preciso aquietar o espírito e tentar calar-se diante do dinamismo da vida. Às vezes, é preciso retirar-se. O que não se pode é prostrar-se na equivocada referência de que nada mais há o que se fazer. Apesar dos pesares, não cogitei na prostração; o problema foi a falta de concentração e de foco, diante de intempéries com que o destino me presenteou.
Eis aí outra tentativa de transformar os infortúnios em aprendizagens: foco e concentração são, além da necessidade de subsistência, pontos chaves no desenvolvimento humano. Estar focado no que se estabelece como plano e concentrar-se no que é preciso fazer são requisitos imprescindíveis para suportar as agruras do cotidiano...
Como não vivemos isolados nas ilhas e nas montanhas, outro requisito valoroso, também, é ter bons amigos. Daqueles que lhe entendem e que não medem esforços para colaborar com o seu desenvolvimento. Obrigado.