Mostrando postagens com marcador mudança. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mudança. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Para refletir - É preciso enfrentar o que precisa ser mudado


quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Para refletir - Por onde começam as mudanças


terça-feira, 19 de setembro de 2017

Anotações - Educação política

Noves fora os debates, os entendimentos e os desentendimentos sobre a questão da escola sem partido, é imperioso que os espaços escolares incluam em sua programação as referências de uma educação política que ajude os jovens a entenderem o mundo nosso. Sobretudo, essas questões da nossa política suja, cujas notícias inundam os noticiários de referências negativas, de desesperança.
Não sei se acontece com outras pessoas, mas comigo, eu tenho ouvido os políticos e as notícias e fico em uma reação de quem acha que está tudo perdido. Claro que, por conta de minha natureza, acredito na esperança de que as coisas vão mudar, mas que parece está tudo perdido, ah, isso parece.
Penso que uma educação política, dessas que trabalham os conceitos e as estruturas da administração dos bens públicos, para uma verdadeira conscientização dos jovens sobre os sistemas que regem as cidades, possa ser uma solução. Ainda que seja uma responsabilidade muito grande, não há como deixar de dizer que cabe aos jovens a elaboração de uma mudança significativa no panorama que hoje nos assola.
Assim, é necessário que os jovens estejam preparados - técnica, moral e conceitualmente - para novas regências. E novas transformações. E a nós, ainda que estejamos no espaço de transição, devemos nos preparar para as responsabilidades que as nossas escolhas determinam.

terça-feira, 4 de julho de 2017

Anotações - Engajamento

Engajar-se em um movimento, a partir da constatação de que algo não vai bem, não é tão simples como pode parecer. Nem tampouco basta o descontentamento com o ruim para motivar-nos ao engajamento.
A reflexão veio da articulista Angela Afonso, em seu artigo Três níveis da política, publicado no jornal Folha de S.Paulo, neste domingo passado, dia 2 de julho. A autora parte das notícias políticas que nos assolam todos os dias para analisar o problema da falta de envolvimento maior na busca de soluções para a questão. O artigo, muito interessante, propõe-nos a distinção de três níveis de participação política - o do eleitor, o do político profissional e o do ativista. Vou cometer a frustração de não me adentrar em sua análise, repito, muito interessante (fica o convite para você dar uma olhada na matéria: caderno Ilustríssima, pág. 2). É que fiquei parado em um trecho de seu texto, que, no contexto dessas publicações aqui, parece-me mais oportuno: "O problema é que se incomodar com um estado de coisas e fazer algo a respeito não são sinônimos... Querer é uma coisa, fazer é bem outra.".
A motivação de quem está engajado em alguma causa é justamente a intenção de modificar o panorama. E, não tem outro jeito, a ideia é fazer algo. Pronto, levanta-se e põe-se a fazer, a realizar. Aquele que está descontente, que se incomoda com o que está errado, nem sempre tem essa determinação e vê no seu descontentamento o suficiente para manifestar-se a respeito... para ele, está bom assim.
Quando nos sentirmos engajados em alguma necessidade, certamente, teremos o momento de nossa atuação.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Anotações - Belchior e o clamor do rejuvenescimento

Na madrugada deste domingo, dia 30 de abril, Belchior, que já andava recluso, deixou-nos de vez. O cantor e compositor cearense, dono de um cancioneiro fantástico, talvez desconhecido do público mais jovem, é autor de letras que nos fazem pensar bastante. Grande parte delas faz referência ao ideal da mudança ou do descontentamento ao que nos acomoda.
É exemplo dessa lista a interessante Velha Roupa Colorida, do disco Alucinação, de 1976, que traz um mote a ser debatido constante: "E precisamos todos rejuvenescer..."; ou o verso, a meu ver, bastante emblemático: "... e o passado é uma roupa que não nos serve mais...". (Se não conhece a música, dê uma olhada nesse link).
A ideia de mudança, como na letra da música, não fala apenas à questão do espaço físico. É preciso buscar uma mudança de atitudes, de ideias, de crenças. Há todo um dinamismo no mundo, principalmente no campo das ideias, que pede esse rejuvenescimento, essa renovação de princípios. E precisamos estar antenados a essa necessidade de renovação, para que não vistamos a mesma velha roupa. E, sobretudo, é preciso que estejamos atentos aos sinais dessa mudança. Lá na música, Belchior alerta-nos: "Você não sente, nem vê, mas eu não posso deixar de dizer, meu amigo, que uma nova mudança em breve vai acontecer...".
Precisamos mesmo todos rejuvenescer!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Feliz 2017!

Até há pouco, estávamos todos aguardando com ansiedade a mudança de ano.
E chegou 2017! Como sempre, fizemos os votos de mudanças e de crenças em um mundo novo e carregado de esperanças. Vestimos branco, pulamos as ondas, renovamos nossos talismãs mágicos.
É bonito tudo isso, eu sei... está no plano das tradições, entendo sua importância. Mas, desculpem-me, não vai funcionar se ficar no plano dos desejos que se esvaziam junto com as taças com que brindamos a chegada do novo ano.
É assim: celebramos, no estertor do espoucar dos fogos de artifício, a renovada dos caminhos; sorrimos com os familiares ou amigos; brindamos com a nossa bebida melhor; fazemos votos de mudanças as mais diversas... Nos instantes que se seguem, entretanto, repetimos todos os tiques que não nos levam a lugar algum.
Esquecemos de que a verdadeira transformação deve processar-se dentro de nós, artesanalmente, dia a dia, alheia às mudanças das páginas do calendário. E que habita em nós, só em nós, como nos ensinou o Drummond, a capacidade de renovação dos dias.
Por isso, Feliz 2017! Feliz, de verdade, quero dizer. Que você tenha a coragem de processar todas as mudanças de que necessita. E que possa enxergar essas necessidades como um pressuposto de transformação de suas posturas e atitudes... sempre racional, veja bem! Não é preciso que tome isso como uma receita pronta (já foi dito aqui para não se confiar nessas fórmulas acabadas, lembra-se?). Sua racionalidade deve conduzir seus propósitos.
Enxergue suas necessidades. Enxergue claramente. E aponte, para si mesmo, os caminhos que precisam ser revistos e transformados. E, sobretudo, torne seus propósitos em ações objetivas e possíveis. Está nas suas ações a verdadeira possibilidade de uma renovação de caminhos. E é disso de que você precisa realmente (não a renovação de caminhos, mas a ideia de atitude!... A renovação de caminhos é uma consequência!).
Busque atitudes positivas, isso ajuda. Mas não caia no simplismo de que a positividade, por si só, é a solução para os problemas. A positividade desencadeia pensamentos mais claros e, com a clareza de pensamentos, você pode encontrar saídas alternativas para os rumos a que se propôs. Pense, com isso, que o equilíbrio emocional é um santo remédio... e que nem sempre é fácil equilibrar-se, emocionalmente. As emoções equilibradas são irmãs da positividade de ideias e de atitudes.
Que o seu novo ano, por assim dizer, seja uma trilha que lhe lembre das determinações e do reformular das aprendizagens. E que nesse caminho, você descubra o verdadeiro valor das parcerias, das descobertas de outras pessoas. As nossas redes sociais precisam ser exercitadas de uma forma mais humana e real.
Por fim, abra sempre os olhos, a cada renovar de tempos (pode ser um ano, um mês, uma semana, um dia, uma hora), para as celebrações que precisamos fazer, independente das padronizações a que nos acostumamos. Celebremos a vida!
Feliz 2017.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Sobre mudanças e a Teoria da Complexidade

Nestes momentos em que, praticamente, deixamos as coisas acontecerem para fecharmos, apressados, este ano tumultuado politico-economico-socialmente falando, acredito que vale a retomada de um movimento mais lento para apurarmos uma reflexão sobre a necessidade de mudanças - urgentes! -, que todos pretendemos e queremos.
A ideia de mudança, infelizmente, está mais no plano das ideias. A realização de uma mudança qualquer exige desprendimento e esforço altos. Se fizermos uma rápida enquete, provavelmente o resultado será o de uma pretensão pelas mudanças... então, a questão está, sim, no plano das ideias. Mas, se aprofundarmos a mesma hipotética enquete, complementando-a por referências de ações que estamos fazendo para essas mudanças acontecerem, talvez as respostas ficarão no vazio.
Participar dos processos de mudança exige de nós posturas e atitudes que transcendam nossos movimentos individuais e pequenos. É preciso estar disposto a uma revisão contínua de ações e determinações, já que os níveis de exigências para o alcance das mudanças serão elevados.
Há, também, de se pensar na ideia de complexidade da vida, segundo a qual as ocorrências da vida não podem ser estabelecidas ou analisadas de forma simples - é preciso pensar na totalidade das relações alcançadas por aquelas ocorrências. Não se pode dividir em partes, é preciso pensar no aspecto integral em que se evoluem os acontecimentos. Daí ser complexo.
E o que mais fazemos em nossos movimentos da vida é a tentativa de simplificar todos os processos que nos acometem, em um caminho de estabelecermos zonas de confortos plenas... Toda e qualquer mudança caracteriza-se, conceitualmente, justamente por nos afastar das zonas de confortos.
Mas isso não é ruim. Ao mesmo passo em que nos afastamos das zonas de confortos, estamos aprimorando nosso crescimento - social, espiritual, acadêmico, cultural, profissional etc. E as mudanças, aqui está a chave, é o pressuposto da nossa evolução.
Quando passamos a enxergar a totalidade da vida, nossa predisponibilidade aos vieses da mudança ganha outros contornos e ficamos prontos, além dos caminhos do nosso desenvolvimento, aos rumos de desenvolvimento do nosso entorno.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

O olhar integral

A vida, em sua plenitude de ocorrências, é extremamente dinâmica e seus acontecimentos passeiam entre os aspectos positivos e negativos. Alguns momentos são tristes; outros, alegres. Absolutamente normal. Mas o que é interessante é que, se formos honestos em nossa apreciação, certamente, detectaremos que os momentos positivos são em maioria aos negativos. Vivemos mais abençoados pela fortuna do que pelos infortúnios. Curioso é que a nossa percepção registra, de forma mais representativa, aqueles instantes que nos fizeram sofrer.
Havemos de refletir sobre esse dado cultural... Sim, na minha opinião, além das variáveis mentais e biológicas, há um dado cultural que nos impele às referências negativas de percepção da vida. Parece que fomos levados, no avanço da sociedade, a aproximarmo-nos das pessoas pelo viés do sofrimento... Repare nas conversas das pessoas. É mais fácil captar as de interesse pelas questões trágicas ou mórbidas - doenças, dores, mortes etc. Não se vê, facilmente, alguém comentando os aspectos de felicidade.
Pois bem, a questão da percepção da vida deve ser vista em sua totalidade. Não se deve perceber, apenas, as coisas ruins, que faltam. É preciso ter um olhar integral para a vida que nos cerca.
E esse olhar integral vai observar os polos, os lados que compõem o todo das coisas que nos acometem. Há um quê de sofrimento, sim. E há um quê de contentamento. São esses dois aspectos que perfazem a totalidade da vida.
Precisamos fazer esse exercício constante de observação do que está ao nosso redor. Somos feito da integralidade da vida - momentos, aspectos, características... bons e ruins!
Quando eu consigo exercitar o olhar integral a propósito do que me cerca, é possível enxergar as variáveis da vida no seu dinamismo de existência, sem que haja necessidade de atribuir-lhe um valor. As coisas ruins podem transformar-se em boas e vice-versa.
E o exercício do olhar integral para o exterior de mim prepara-nos para outro exercício mais complexo ainda, mas necessário: é importante trazer essa integralidade do olhar para o interior de nós mesmos - aquilo que me faz mal pode-se converter em força, em foco, para driblar as dificuldades que encontro.
Ao perceber a importância do desenvolvimento do olhar integral para as variáveis do mundo que me cerca, eu passo a perceber, também, sua importância para o desenvolvimento do meu ser.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Anotações - O pensamento científico

Defendo que deve ser uma preocupação constante da Escola a de garantir que os alunos tenham pleno desenvolvimento do senso crítico e do pensamento científico. Premissa básica dessa preocupação seria o estabelecimento de um projeto pedagógico que contemplasse os trabalhos de pesquisas e de elaboração do conhecimento.
Não deveria ser difícil. Bastaria uma metodologia fundamentada no exercício constante da aplicação de estudos científicos, que motivassem os alunos a questionarem a realidade. Seria o suficiente para criar uma nova disposição de mentalidades mais preparadas para a transformação do mundo com que tanto sonhamos. Mas é difícil...
A aplicação de trabalhos escolares, atualmente, visa mais a uma prática de "CTRL C" e "CTRL V", o "copia e cola". É mais cômodo para todo mundo.
A ideação do estabelecimento de um modelo que se encaminhe pelas elaborações científicas daria muito trabalho. De um lado, é preciso que os professores estejam mais bem preparados - orientar fontes (o que exige o conhecimento das fontes a serem pesquisadas), mediar encaminhamentos, propor revisões, estimular hipóteses, questionar soluções, testar aplicações... e por aí vai. De outro, é preciso que os alunos busquem alternativas de estudos, que entendam de cronograma de estudos e que estejam dispostos às leituras diversas que serão necessárias. De outro lado ainda, há a questão das famílias, que precisam envolver-se mais nos processos de pesquisas para motivarem os filhos aos caminhos dos estudos. Enfim, é tanta coisa para se mexer que é até compreensível a acomodação dos atores...
Compreensível, mas inaceitável!
Uma postura que privilegie o pensamento científico é o caminho perfeito para a modificação dos rumos que tomaram a Educação. E a modificação desses rumos é o pressuposto básico para as mudanças em busca de uma melhor qualidade nos trabalhos pedagógicos.

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Anotações - Mudança

A ideia de mudança, imperiosa nos propósitos do desenvolvimento pessoal, é algo que ainda nos incomoda. Se ainda é necessário pensar na mudança, ela causa algum desconforto, pois gera incômodos e transformação de rotas, de algo que parecia tranquilo e indissolúvel. Como está aí atrás, a mudança é necessária.
Há uma canção do Oswaldo Montenegro que pode nos ajudar na reflexão. Intitulada de "Mudar dói, não mudar dói muito", a letra já carrega no título todo o viés filosófico de que precisamos para pensar na complexidade da questão: se a mudança é dolorida, a não mudança é mais dolorida ainda. (Se ainda não conhece a música, clique aqui).
Sobretudo, porque a ideia de mudança envolve uma diversidade de variáveis que vai nos incomodar: aspectos físicos, aspectos relacionais, mentais etc. Talvez até seja por isso que a maioria das pessoas estacionam-se em ditas zonas de conforto (que de conforto não tem nada...) e não arriscam rever caminhos e rotas.
Acontece que a vida não é estanque. O seu dinamismo e seus reveses pedem que nos coloquemos também como sujeitos dinâmicos. Nesse conceito, a ideia de mudança acompanha-nos a todo o instante. E algumas pessoas não vão entender muito bem o princípio da mudança e da necessária adaptação a esse dinamismo... Na mesma canção, Oswaldo Montenegro acode-nos em uma das passagens da letra, exigindo de nós uma postura reflexiva e de crença em nossas atitudes. Lá pelas tantas, a música parece trazer-nos a resposta da determinação nesta atitude: "Quem não ouve a melodia / Acha maluco quem dança...".


segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Ideias e atitudes

Um dos fatores mais principais nos caminhos do desenvolvimento pessoal é integrar ideias e atitudes em um propósito de evolução. São dois fatores que podem representar ganhos muito positivos.
O plano das ideias está relacionado com a capacidade criativa e de prospecção de soluções para os mais diversos fatores; o encaminhamento de atitudes está embasado nas competências de determinação e de vontade. Pode-se pensar que os dois aspectos fundamentam-se no processo natural de evolução - por um lado, o fator das ideias está implícito nas variáveis de formação intelectual; por outro, o fator das atitudes está acoplado às de formação emocional.
A capacidade criativa de solucionar problemas não pode ser creditada aos elementos de acaso e sorte. Ter ideias está nos planos de formação mental para os processos intelectuais. Quanto mais capacidade de leituras (as mais diversas) possuir o sujeito, tanto mais suas variáveis mentais estarão preparadas para as situações criativas que exigirem os problemas que ele enfrentar.
A pessoa que, no seu processo de formação intelectual, treinou sua mente para as variadas elaborações que a vida exige estará mais suscetível às resoluções necessárias que os rumos da vida pedem. Assim, a capacidade de ter ideias e perspectivas de criatividade para as soluções do dia a dia não é um caminho mágico, privilégio de poucas pessoas que possuam dons especiais para a coisa. A capacidade da ocorrência de soluções para os problemas cotidianos está no preparo com que se formaram os processos mentais para a apreensão das múltiplas leituras que chegam todos os dias - ora, são as aprendizagens corriqueiras dos espaços escolares; ora, são as mensagens dos ambientes familiares; ora, são os estímulos das leituras físicas que fazemos (livros, jornais, revistas etc); ora, são as conversas de que participamos; ora, são as interferências naturais dos ambientes; e assim por diante... Assim, quanto mais estivermos conscientes desses processos mentais que perfazem os caminhos naturais de nossa evolução, tanto mais nos habilitamos à capacidade de produzir elaborações criativas que solucionem aspectos do dia a dia.
A variável da atitude está condicionada aos fatores saudáveis de crescimento emocional. Em nosso desenvolvimento, passamos, também, por uma diversidade de vivências emocionais, com as quais trocamos cargas de realizações - nas alegrias, aprendemos o conceito de bem estar diante das ocorrências; nas tristezas, defrontamo-nos com os elementos de sofrimento e pesar (para ficar só nas duas principais vivências emocionais por que passamos). E é o quanto conseguimos tornar em equilíbrio essas diversidades de vivências emocionais que marcará nosso pressuposto de atitudes diante das necessidades que surgirem. E a questão é essa mesma, de equilíbrio. Se formos sujeitos que experimentaram em demasia a relação de felicidade diante dos pressupostos, ou se formos aqueles que se deprimiram mais no tocante às sensações de tristezas, estaremos nas relações de desacordo frente aos encaminhamentos das atitudes de que precisarmos: ou estaremos com excesso de confiança ou com excesso de descrédito nos caminhos do que precisa ser feito. Saber ter atitude, seja ela qual for, envolve equilíbrio e discernimento diante dos muitos fatores a serem verificados pelas trilhas dos nossos caminhos.
E é só assim que ter a capacidade de criar ideias e postar-se com atitudes diante do que precisa ser feito faz do processo de desenvolvimento pessoal a mesma trilha de formação e de aperfeiçoamento na nossa evolução.