Mostrando postagens com marcador saber. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador saber. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Para refletir - Saber corrigir os defeitos


quinta-feira, 26 de julho de 2018

Para refletir - Saber e não saber


sexta-feira, 23 de março de 2018

Anotações - Sobre os caminhos do saber

Como é complicado pensar que sabemos sobre os intrincados rumos do conhecimento.
Saber algo, conhecer algo, é entender da dinâmica da vida, que não se prende a superficialismos. É preciso aprofundar-se e buscar respostas nem sempre claras e transparentes. É descobrir que, vencidos todos os esforços e encontradas algumas (poucas) respostas, elas nem vão servir muito… Lembre-se, estamos falando do dinamismo das trilhas que percorremos: hoje, um atalho serve; amanhã, não serve mais.
Toda essa reflexão filosófica acompanhou me quando em pensamentos sobre que rumos daria para uma tomada de decisão… É necessário aprofundar os mecanismos do conhecimento… ou da construção e transformação do conhecimento. Temos que combater - e com bastante determinação - os pressupostos das superficialidades.

quarta-feira, 7 de março de 2018

Anotações - O Saber

A busca do saber é a identidade do conhecimento.
Percebo, e muito, em minhas caminhadas, o quanto muitas pessoas querem saber. Saber usar uma ferramenta, saber desenvolver uma ideia, saber relacionar-se com seu público ou clientes etc.
Mas a questão maior é que, circundando essa busca do saber, há sempre um princípio mágico - consciente ou inconsciente - que vai propiciar a materialização do saber. Basta querer saber que o saber acontece... Bom, não é exatamente assim.
A busca do saber, seja ele direcionado a qualquer aprendizagem, relaciona-se com os processos de aquisição de conhecimento. Só para rememorar, transformamos algo em conhecimento quando nos detemos na necessidade de aprender e vinculamos à questão todas as informações que pudermos apreender sobre ela. Apreender e aprender!
Veja que há um sistema: busco informações, detenho informações, transformo informações em conhecimento, sei.
Então, não há mágica. Esse caminho aí exposto, com simplicidades, acima, na verdade é um emaranhado cheio de esforços e determinação. Todo esse caminho vai exigir de nós grande e extensa determinação.
Saber, assim, implica em movimentos obstinados e críticos de processamento das informações que recebemos, cotidianamente... Desnecessário dizer que precisamos estar atentos a esse rumo dos cotidianos.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Não saber - uma conversa sobre a identidade docente

Escrevo essa conversa para os amigos educadores, mas penso que vale para outros profissionais, também.
Já passou pela situação em que se viu sem saber responder a uma questão qualquer, das mais simples às mais escabrosas? Pois é, é fato comum - ou deveria ser. Não somos obrigados a saber tudo.
Alguns educadores, por causa da identidade docente (a que lhe ensinou que é preciso saber tudo), acabam cometendo deslizes nessa hora. Quando indagados sobre algo de que não fazem a mínima ideia, recolhem alguma palavra do contexto - ou uma imagem simbólica do que está sendo dito - e respondem qualquer coisa... Sem a mínima responsabilidade do que está fazendo. Um "chute", por assim dizer. 
A identidade docente, objeto de estudos sérios sobre a formação do professor, já esclareceu esse ponto. O educador tem por essência profissional o ato de ensinar; alguns educadores entendem que, para assumir essa essência, não podem passar uma imagem de quem não tem respostas para tudo. E aí desenvolvem estratégias - nem sempre responsáveis - de terem respostas a qualquer questionamento. Tascam comentários sobre quaisquer temas; dão soluções inimagináveis; apontam respostas diretas e pretensamente dadas como certas.
E, vejam, não há problemas nenhum em não saber. Aliás, é exatamente do "não saber" que chegamos aos caminhos da busca do saber (assim mesmo, filosoficamente...). Grandes pensadores e cientistas partiram, exatamente, do que não sabiam para chegar a soluções hoje dadas como essenciais. É o pressuposto do que não sabemos que deveria ser o motor da curiosidade e da busca das respostas...
O problema é que grande parte de nós deixa de alimentar essa característica de curiosidade e de determinação da busca pelas respostas. Para alguns profissionais, ainda que o problema seja o mesmo, o alcance da prática não é lá, digamos, muito nefasto. Mas para os educadores há aí um grande problema.
Os educadores trabalham com a matéria humana, no objetivo de proporcionar seu desenvolvimento. Ao posicionarem-se como alguém que não precisa procurar saber (já que tem a ideia de sabe tudo), espelham sua característica nos alunos que lhes circundam. E criam um círculo nada virtuoso de que a busca do saber não é tão importante assim.
E essa é a variante imposta pela referência da identidade docente. Fazer-se ver como alguém que não pode enfraquecer-se diante do estigma da dita ignorância...
Desculpem-me, grande bobagem essa, a da dita ignorância. Já começamos em que não há área do saber nenhuma que garanta a existência de uma personalidade que possa se garantir como supra-sumo do conhecimento extenso... É preciso perceber que se pode, repito, declarar, sem a mínima preocupação, não saber algo.
Quando tudo o mais parecer turvo, em relação aos caminhos do saber, havemos de pensar que a construção do conhecimento dá-se, integralmente, na relação do que desconhecemos... Do que desconhecemos e fazemos de tudo para procurar conhecermos!


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

A busca do saber

A referência do saber, palavra que está no nosso nome, talvez seja o principal pressuposto em relação ao desenvolvimento pessoal. Saber algo está relacionado ao processo de conhecimento. Então, o caminho é aprimorar a busca do saber.
A busca do saber vai exigir algumas atitudes e determinações. E é assim mesmo. Não se acha o saber na esquina, nem conseguimos recebê-lo de mão beijada em momentos de sorte ou de inspiração. O saber é meio espinhento, quase sempre vai nos deixar um tanto cansados.
É preciso que se pense, de saída, que o mundo bombardeia-nos com vastas informações... A informação é a matéria prima do saber. A televisão traz-nos diversas informações; os amigos, também. As músicas que escutamos estão cheias de informações. As revistas que folheamos, também. Uma reunião familiar municia-nos, sempre, de variadas informações; os momentos de lazer, também. Enfim, se estamos acordados, é certo que estejamos, invariavelmente, propensos a inúmeros estímulos - os mais diversificados possíveis - que nos trazem informações mil. Nem sempre processamos todas estas informações, mas quando algo nos desperta certa comichão significa que aquele estímulo atendeu alguma especificidade da tal busca do saber. É sinal forte de que estaremos preparados para dar continuidade ao processo.
O passo seguinte é o caminho da transformação da dita informação em conhecimento. É aqui que a porca torce o rabo. O conhecimento é um processo complexo e bem subjetivo, já que vai depender de todas as variantes de aprendizagem e de referências mentais que o sujeito tiver desenvolvidas. A informação que nos chega - e que nos atiça a busca do saber - vai se defrontar com uma variedade de aparatos que tivermos desenvolvido ao longo da vida (verificação de contexto, desenvolvimento psíquico, capacidade de interlocuções, referências de leituras, capacidade de pensamento reflexivo, obstinação ao caminho da evolução etc) para a transformação em conhecimento.
Quanto mais o nosso caminho de aprendizagem tiver sido pavimentado de experiências crítico-reflexivas, tanto mais estaremos preparados para o encaminhamento desse processo. Mas não é só isso. Também seremos formados a partir de experiências sensoriais e subjetivas, em que a vivência - a integralidade da vida - constitui o nosso ser. A ciência demonstra essa dualidade, tipificando a referência de conhecimento em explícito (objetivo e racional) e tácito (subjetivo e sensorial). Criar uma espécie de espiral em relação a esses modelos de conhecimentos, na qual ocorrem interações e compartilhamentos entre indivíduos e grupos e instituições, consolidando o saber ou estabelecer-se propenso à aquisição de novos conhecimentos.
A busca do saber, a que estamos nos referindo, vai exigir uma postura de quem não só realiza a busca propriamente dita, como também se coloca como fonte que alimenta essa mesma busca. Buscar o saber é comportar-se como aventureiro responsável que pretende chegar a um mirante, mas também posicionar-se como referência que vai ajudar outras pessoas a chegarem àquele mirante.