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quinta-feira, 19 de abril de 2018
quarta-feira, 8 de junho de 2016
quarta-feira, 18 de maio de 2016
quarta-feira, 27 de abril de 2016
sexta-feira, 8 de abril de 2016
quarta-feira, 30 de março de 2016
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
Para refletir - Fazer
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sexta-feira, 17 de abril de 2015
quarta-feira, 8 de abril de 2015
quarta-feira, 1 de abril de 2015
quinta-feira, 19 de março de 2015
Resenha - A Sensibilidade
Discute-se, muito, em Educação, o pressuposto da sensibilidade no desenvolvimento de um trabalho mais apurado nos espaços pedagógicos. Concordo. Mas é necessário trazer o tema para as referências científicas, para não deixá-lo no âmbito das emoções e afetividades, apenas. Claro que emoção e afeto ajudam, mas a sensibilidade, como emoção e afeto, são constituintes da nossa formação humana. Somos razão e emoção, em uma espiral - harmônica ou não - de realizações.
Acontece que em Educação lidamos com o ser humano em sua variável de formação - pessoal, intelectual e social. Nessa lida, precisamos nos revestir, continuamente, das variáveis da sensibilidade para o entendimento mais amplo dessas variáveis.
É no plano do que sentimos - e de como os nossos sentimentos estão despertos ao que nos cerca - que podemos melhor fazer a leitura das situações: leitura do ambiente, das referências familiares, dos conceitos profissionais, das metodologias a serem abordadas, dos casos específicos, do contexto familiar e social etc. Dada a complexidade do que o meu trabalho exige, é no âmbito da sensibilidade que eu vou poder guiar a racionalidade das minhas tomadas de decisões.
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quarta-feira, 18 de março de 2015
terça-feira, 17 de março de 2015
Resenha - Tolerância
Minha amiga, Elizabeth O, uma cantora de primeira, viu, na semana passada, minha mensagem de reflexão com a frase de Paulo Freire sobre tolerância (a questão de conviver e aprender com o diferente e respeitá-lo). Mas não se contentou e disse-me que faltava algo. Vou tentar, então, desenvolver um pouco do meu pensamento sobre a questão da tolerância.
Um dos maiores males da humanidade, em todos os tempos, é, justamente, o princípio da intolerância - não sabemos conviver com quem pensa diferente dos nossos princípios (futebolísticos, políticos, culturais, de orientação sexual, religiosos etc.). Parece-nos, a princípio, que quem diferencia dos nossos pensamentos não merece nossa consideração e respeito, muito menos a nossa tolerância. Essa tem sido a fundamentação de muitas guerras e de muitos conflitos ideológicos que resvalam para a violência.
A tolerância, dizia Paulo Freire na frase que escolhi, é uma virtude. A que nos ensina, preciosamente, a entender essa diferença como elemento de colaboração para o meu crescimento. Sim, é no processo de convivência com as diferenças que aprendo os elementos básicos de respeito e de multiplicidade de aspectos que constituem os seres humanos. Nessa multiplicidade, não é preciso atribuirmos juízo de valor (um aspecto não é mais importante que outro, por exemplo), na medida em que cada aspecto dessa diversidade vai colaborar para o entendimento da importância da diversidade. E vai colaborar para a constituição de um ambiente macro, no qual as opiniões, as preferências, as crenças etc vão desenhar um corpo maior, pleno de referências variadas e significativas para o nosso desenvolvimento.
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quarta-feira, 11 de março de 2015
quarta-feira, 4 de março de 2015
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Resenha - Cartas a Quem Ousa Ensinar
No meu processo de formação de Educador, constante como deve ser, há um livro a que retorno sempre: Professora sim, tia não - Cartas a quem ousa ensinar, de Paulo Freire (O meu exemplar é de 1993, da Editora Olho d'Água, de São Paulo - não sei se o livro ainda está editado lá...). Já no título e no subtítulo, referências provocativas ao nosso trabalho - professora, não tia... E o material do livro são cartas a quem ousa ensinar, a quem tem ousadia...
E acredito que Paulo Freire, não só nesse livro, mas em sua obra total, voltada ao questionamento constante do fazer pedagógico, quis exatamente despertar-nos a consciência de uma ousadia. De não nos prendermos às armadilhas que poderiam advir do trabalho (lá por dentro do livro, por exemplo, Paulo Freire gasta um pouco de verbo para explicar as razões que o levaram a explicitar a contraposição à tia no título - o que estava, na verdade, por trás era o que sempre norteou seu trabalho: as referências de valorização ao papel do professor).
Em várias passagens, fica explícita a importância de o professor valorizar seu processo de trabalho, incutindo-lhe respeito e amor. Respeito à variável de construção do conhecimento e amor à natureza essencial do trabalho que promove o desenvolvimento do ser humano.
É um desses livros cuja leitura não se esgota, nem se deteriora no tempo. E, como o próprio mestre cuidou de deixar na apresentação desta obra, em nossos caminhos, devemos lutar por "uma escola que, continuando a ser um tempo-espaço de produção de conhecimento em que se ensina e em que se aprende, compreende, contudo, ensinar e aprender de forma diferente..."
Qualquer hora dessas, com certeza, ainda volto a esse livro.
E acredito que Paulo Freire, não só nesse livro, mas em sua obra total, voltada ao questionamento constante do fazer pedagógico, quis exatamente despertar-nos a consciência de uma ousadia. De não nos prendermos às armadilhas que poderiam advir do trabalho (lá por dentro do livro, por exemplo, Paulo Freire gasta um pouco de verbo para explicar as razões que o levaram a explicitar a contraposição à tia no título - o que estava, na verdade, por trás era o que sempre norteou seu trabalho: as referências de valorização ao papel do professor).
Em várias passagens, fica explícita a importância de o professor valorizar seu processo de trabalho, incutindo-lhe respeito e amor. Respeito à variável de construção do conhecimento e amor à natureza essencial do trabalho que promove o desenvolvimento do ser humano.
É um desses livros cuja leitura não se esgota, nem se deteriora no tempo. E, como o próprio mestre cuidou de deixar na apresentação desta obra, em nossos caminhos, devemos lutar por "uma escola que, continuando a ser um tempo-espaço de produção de conhecimento em que se ensina e em que se aprende, compreende, contudo, ensinar e aprender de forma diferente..."
Qualquer hora dessas, com certeza, ainda volto a esse livro.
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