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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Feliz Ano Novo...


segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Mensagem


sábado, 30 de novembro de 2013

Da vontade de retomar o que se parou

Lamentavelmente, precisei ficar distante do meu blog por esses meses. Não consegui produzir ideias interessantes e optei pelo silêncio.... Peço até desculpas aos amigos. Mas agora, mesmo tendo passado esse tempo, é preciso alimentar a vontade de retomar o que se parou. E é com esse espírito que me esforço no sentido de retomar minhas produções. A busca do conhecimento e a vontade de refletir sobre as variáveis de aprendizagem serão minhas guias nessa retomada.
Tenho refletido muito sobre a ideia de desenvolvimento das pessoas; é um conceito que vai me acompanhar nos meus trabalhos. Curioso é observar que mesmo essa fase em que me silenciei constitui-se um dos processos de desenvolvimento. Às vezes é preciso parar, avistando de longe os movimentos. Às vezes, é preciso aquietar o espírito e tentar calar-se diante do dinamismo da vida. Às vezes, é preciso retirar-se. O que não se pode é prostrar-se na equivocada referência de que nada mais há o que se fazer. Apesar dos pesares, não cogitei na prostração; o problema foi a falta de concentração e de foco, diante de intempéries com que o destino me presenteou.
Eis aí outra tentativa de transformar os infortúnios em aprendizagens: foco e concentração são, além da necessidade de subsistência, pontos chaves no desenvolvimento humano. Estar focado no que se estabelece como plano e concentrar-se no que é preciso fazer são requisitos imprescindíveis para suportar as agruras do cotidiano...
Como não vivemos isolados nas ilhas e nas montanhas, outro requisito valoroso, também, é ter bons amigos. Daqueles que lhe entendem e que não medem esforços para colaborar com o seu desenvolvimento. Obrigado.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Uma Atmosfera Pedagógica Positiva

Nos espaços pedagógicos, observa-se, comumente, a existência de uma atmosfera diversa e atuante. Os agentes que ali concorrem têm atividades nem sempre integradas, ainda que coexistam no mesmo espaço. Esses agentes são: os profissionais da limpeza, os inspetores, os alunos, os professores, os coordenadores, os diretores e mais outros, conforme o local e o sistema a que estão jurisdicionados.
Em Educação, é a proporção de o quanto essa atmosfera estiver em uma ação integrada e coesa que vai determinar o caminho de positividade nas ações pedagógicas. É preciso, então, que haja a elaboração de uma consciência social de todos aqueles agentes para o encaminhamento de uma referência coletiva.
Talvez o mais difícil seja exatamente a elaboração dessa consciência coletiva. De uma forma clássica, e já cultural, aqueles agentes atuam, se não individualmente, em posturas de conflito e de confronto.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

A Integralidade do Ser Humano

Penso que todos os envolvidos com Educação deveriam refletir na máxima da promoção do desenvolvimento do ser humano. Nesse aspecto, o conceito de integralidade do ser humano é o referencial primordial de constituição de um caminho positivo a ser buscado. É a partir da percepção da ideia de integralidade que, em nossa plenitude, enxergamos a plenitude do outro; em Educação, mais do que em outra atividade, as referências de "um" e de "outro" são tão marcantes e dinâmicas. É preciso, então, entender quanto dessa integralidade está, conscientemente, exercitada na formação individual.
Por ser integral, o indivíduo (esse ser envolvido nas relações sociais) é constituído de uma diversidade de aspectos. Em um espaço pedagógico - essencialmente, um local de relações humanas e sociais -, a ideia de integralidade pode ser um pressuposto interessante (e emergente) para a discussão de uma melhor qualidade em Educação. Quanto da integralidade dos professores e dos alunos, só para ficar nos agentes mais diretos do fazer pedagógico, está considerada nos discursos que se fazem sobre Educação? Considera-se o professor integral ou aquele sujeito que deve "dar" aulas de Matemática, por exemplo? Considera-se o aluno integral ou a nota vermelha (ou azul, que seja!) a ilustrar o seu boletim?
Quando estivermos prontos para enxergarmos que o ser humano é constituído de minúcias, que perfazem sua totalidade - e daí pensarmos nas relações de mãos duplas e várias,  que acontecem nos espaços pedagógicos -, daremos um grande passo para redimensionar os papéis que exercemos para tornar positivo o ambiente escolar.

domingo, 28 de abril de 2013

Dia da Educação

Nesta data, 28 de abril, comemora-se o Dia da Educação. Mais do que uma efeméride - ainda que seja importante termos datas a comemorar algo -, precisamos fazer do momento uma bandeira de afirmação. Somos educadores porque acreditamos que, com essa ferramenta, seremos capazes de provocar uma transformação na realidade que nos circunda. Esse princípio, aliado a todas as variáveis - cultural, acadêmica, política, religiosa, social etc. - que nos completam a existência, deve ser permanente em nosso caminho de trabalho.
Uma bandeira de afirmação não se faz senão com o comprometimento e a dedicação que temos com a identidade profissional que escolhemos - seja por vocação, por crença, por oportunidade ou por tudo junto. Que nesse dia, os amigos Educadores não se percam da consciência de importância do princípio que nos movimenta a essa vocação, a essa crença, a essa oportunidade, para que façamos novos, consistentes e significativos dias de Educação.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Refletindo sobre a Participação no Processo do Trabalho em Equipe


O ser humano é, antes de tudo, um ser social. Não vive isolado, desenvolvendo-se sozinho. Desde que o mundo é mundo, o ser humano aprendeu sobre a necessidade de viver em comunidades, de estabelecer sociedades. Esse é o pressuposto do sentimento de coletividade, que marcou a evolução de todos os grupos que conhecemos. Observe que a nossa própria história acompanha esse raciocínio, o de coletividade.
Primeiro, estabelecemos um grupo familiar – pertencemos a uma família, dotada de cultura, de convivência, de formação etc. O grupo familiar vai ser o nosso primeiro suporte de marca social.
Em seguida, constituímos o grupo escolar: passamos a pertencer a um grupo com o objetivo de acumular e transformar conhecimentos.
Paralelamente, experimentamos o grupo religioso – uma coletividade simbolizada pela divisão dos preceitos de fé e divindade.
Experimentamos, ainda, a sociedade profissional, na qual dividimos com outro grupo nossos anseios de trabalho.
E, assim, de uma constituição coletiva a outra, vamos formando o nosso caráter, a nossa cultura, a nossa intelectualidade, o que promove o nosso desenvolvimento como ser humano.
Vale refletir que essa disposição de constituição em coletividades, na verdade, tem a ver com a ideia de soma de esforços resultantes de realizações.
A partir desse raciocínio é que chegamos ao conceito de participação. A tal soma de esforços já remete a essa ideia, a de que, qualquer que seja o grupo em que estamos constituídos, não podemos perder de vista a noção de fazer parte de. Aliás, o conceito de participante bem poderia ser colocado como uma regra da coletividade, mas, talvez, fique melhor, explorá-lo como princípio básico, ou seja, o fato de estarmos fazendo parte de um grupo nos coloca como sujeitos colaborativos, que se propõem a contribuir para o desenvolvimento do grupo.
Veja que é dito como um princípio, quer dizer, deveria fazer parte da natureza dos indivíduos. Claro que sabemos não ser bem assim na prática; a individualidade, o egocentrismo e o egoísmo são, naturalmente, as doenças que invertem esse princípio.
Então, precisamos encarar como um exercício, aliás, um constante exercício, esse de nos percebermos como membros de uma coletividade, com a missão de somar esforços para concretizar uma realização.
Pensemos numa brincadeira interessante, em que passamos uma folha de papel em branco para cada um de nós, membros de um grupo, desenhar um traço. O participante seguinte que pegar essa folha deve completar esse traço, intencionalmente pensando em um desenho (mas deve fazer apenas um traço) e, assim, sucessivamente, até que cheguemos ao último do grupo.
Ainda que, talvez, o resultado não seja uma obra de arte, ele será o reflexo de um trabalho em grupo, em que cada indivíduo colaborou com o que tinha de melhor para a concretização da brincadeira/tarefa. Aqui está a principal definição de sujeito colaborativo – ele não perde a sua individualidade ao contribuir para o desenvolvimento do grupo. Cada traço do desenho será a porção individual de colaboração na realização. E, ao ver o desenho completo, enxergamos a realização de um grupo, de uma coletividade.
Pensemos, ainda, na imagem de um muro que está sendo construído, em que várias pessoas contribuem para o seu desfecho; notem bem que a ideia é de um processo: o muro não está construído, está sendo construído! Algo que não está completo, ainda; precisa de uma união de forças para que se realize. Havemos de pensar, também, que cada sujeito participante daquele projeto terá sua tarefa muito bem definida: um carrega os tijolos, outro alinha os tijolos no muro, alguém assenta a massa para sedimentar os tijolos, outro verifica se o muro não está torto, um outro faz o acabamento, e assim por diante. E é preciso que seja assim – cada um, além de sua porção individual de colaboração, vai depositar uma energia representativa de seu potencial (aquilo que ele sabe fazer).
Essa ideia de participação deve ser complementada com um outro princípio, que é o da convivencialidade, ou seja, não só fazemos parte de um grupo, como convivemos com esse grupo desde o planejamento até a realização de um trabalho.
Está aí a ponte para pensarmos toda essa explanação direcionada ao trabalho em equipe. Repare que fazemos parte de um grupo específico: somos profissionais, que buscam desenvolver determinado trabalho - não podemos fechar os olhos às nossas potencialidades como sujeitos colaborativos. O tal desenho, sobre o qual comentamos agora há pouco, está sendo passado para que continuemos o seu traço e o terminemos. Não podemos ficar alheios a esse compromisso.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Pedagogia da Mediação

O que fica bastante claro, nos dias de hoje, é que a maneira de ensinar e de aprender mudou bastante. Nem sempre nos damos conta disso, mas a verdade é que estamos diante de um fato: as mudanças tecnológicas, principalmente, e o livre acesso às informações influenciam - ou deveriam influenciar - as formas como aprendemos e como ensinamos. É até natural que tais mudanças repercutem mais significativamente nos alunos - como jovens, estão mais propensos aos referenciais da modernidade -, mas os professores não podem, e não devem, abster-se da reflexão desse processo.
O ensino e a aprendizagem, nos dias de hoje, estão referendados nas variáveis da Pedagogia da Mediação. O professor mediador compreende que a condução de uma aula obedece mais aos processos colaborativos do que a um caminho individualista de transmissão de saberes.
Nesse espaço de colaboração, todos são responsáveis pela construção do conhecimento. E o professor é um orientador de caminhos, aproveitando-se das inteligências advindas de sua turma e tecendo uma verdadeira colcha de retalhos (a aprendizagem).

sábado, 2 de março de 2013

Um Pouco de Poesia nas Agruras do Dia a Dia

Caro colega Educador, permita-me falar um pouco do que pode parecer amenidade, mas não sem a intenção de provocar um pouco de reflexão. A questão da sensibilidade e da afetividade deve ser compreendida como referencial pedagógico. Principalmente, porque nos endurecemos frente às adversidades. E mais ainda porque o nosso trabalho é eminentemente humano.
Em uma atividade que desenvolvo, com o mesmo título deste post, convido os participantes a pensar a vida, através de conversas informais, a partir da leitura de um texto poético escolhido. Já utilizamos artigos de jornais, letras de músicas, poemas, crônicas etc. A ideia é envolver todos os presentes em um ambiente de sensibilidade, a tal ponto que a participação seja natural, espontânea e livre de censuras e temores. O resultado é fantástico: as pessoas sentem-se tranquilas em omitir opiniões - livres da pressão de uma avaliação, os comentários, os debates e o envolvimento tornam-se muito positivos; desenvolve-se, naturalmente, os conceitos de socialização - falar, ouvir o outro, expressar-se -; e todos nós, aproveitando-me da fala de um dos participantes, nos sentimos um pouco mais inteligentes.
Fico pensando essa metodologia em uma sala de aula. A partir de um estímulo qualquer - um texto, um mapa, um problema de matemática, uma experiência científica, uma imagem etc -, cria-se um ambiente em que se permite a discussão dos referenciais poéticos daquele estímulo, sem que haja a conceituação de "certo" ou de "errado". Por "referencial poético" entenda-se, por favor, toda e qualquer emoção ou sentimento oriundos daquele estímulo - caberá ao Educador conduzir e administrar as rotas de caminhos sobre essa variável. Certamente, haverá um pouco de dificuldade no começo, mas a persistência talvez mostre que abrir um espaço de significação, talvez calcado na ideia humana de sensibilidade e vinculado aos conteúdos trabalhados, pode ser interessante para a busca de uma Educação de melhor qualidade.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Informação, Conhecimento e Capital Intelectual

Nas situações mais triviais do nosso cotidiano, somos bombardeados por um sem número de informações. Transformá-las em conhecimento é um grande desafio. O primeiro passo é selecionar a utilidade das informações recebidas - muito daquilo que você recebeu, certamente, deve ir para o lixo. Então, ganhamos outro desafio - como selecionar? Normalmente, a seleção está relacionada com a utilidade - aquela informação que me será útil é a que retenho.
O caráter utilitário da informação nem sempre é objetivo. Nesse caso, entra em jogo o planejamento e as definições de metas. Aqui, transformar informação em conhecimento vai estar relacionado com os objetivos a que nos propusemos. De imediato, há de se perceber que a definição dos caminhos a serem percorridos é variável fundamental no processamento das informações. Construir conhecimento está intimamente relacionado com a preocupação de planejar metas e objetivos... É a gestão do conhecimento na formação do capital intelectual.
Para o educador comprometido com os ideais de uma Educação de melhor qualidade, a conscientização desta formação de capital intelectual - referências do que se sabe, do que não se sabe e do que se precisa saber -, além de representar a medida de seu desenvolvimento pessoal, vai constituir-se em modelo positivo para os educandos.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Recomeço


Recomeçam as aulas, trazendo consigo um sem número de perspectivas. E com esse recomeço, o desejo é o de que novas esperanças e expectativas sejam depositadas, plantadas e cultivadas.
Para fazer uma Educação de melhor qualidade, basta nosso compromisso de fazer desse recomeço uma experiência marcante e positiva para todos. De nossa parte, adentremos aos espaços pedagógicos imbuídos da vontade de transformar... e de nos transformar. Façamos das nossas especialidades e dos nossos potenciais – e todos os têm aos tantos – o combustível certo para que a energia e o entusiasmo não se diminuam. Fiquemos juntos – a união necessária será a força que nos abrirá os caminhos... Saibamos abrir os caminhos, sobretudo! E, mais ainda, saibamos humanizar as estradas por onde passarmos.
A Educação é artefato manufaturado, construído devagar (devagar, mas sólido!). E por ser assim, vai nos exigir certa dose de paciência e de insistência e de persistência e de consistência. Nossas atitudes e nossas reflexões é que farão a diferença...
Que todos tenham um ótimo recomeço de aulas e de descobertas.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Planejamento

Para muitos professores, esta semana é a já clássica Semana de Planejamento. Lamentavelmente, nem todos os colegas levam muito a sério esse momento – na maioria das vezes, o tal planejamento resume-se a uma cópia de manuais pasteurizados, de materiais didáticos e/ou de formulários de outros colegas (que por sua vez, são cópias de anos anteriores). É preciso, então, em nome de uma Educação de melhor qualidade, conclamar todos à seriedade deste quesito.
É cultural que o professor tenha certa ojeriza aos procedimentos burocráticos, o que justifica a ausência quase sempre da elaboração de um planejamento. Ainda mais, se pensarmos que a maioria dos materiais didáticos já traz essa variável adiantada – na maioria das vezes, apenas a copiamos. Se pudéssemos perceber que o planejamento deveria ser compreendido como um caminho de condução a partir de estratégias pensadas para que as ações tenham alcance, talvez não tivéssemos tanto distanciamento assim dessa fase. E é fato que poucos de nós nos dediquemos ao planejamento com responsabilidade e afinco. Aqueles tópicos que constam dos planejamentos prontos, os que encontramos nos materiais didáticos, até são verdadeiros referenciais. Falta-nos apoiarmos em tais referenciais para, de fato, perfazer nosso compromisso de ação. E perceber, ainda, que deve haver uma singularidade nessa ação. Essa singularidade vai exigir posicionamentos singulares, tomadas de decisões singulares, avaliações singulares etc.
Outra questão a se fazer é sobre a ideia de coletividade, que nos cerca. Fazemos parte de um grupo (o grupo dos alunos, o grupo dos professores, o grupo dos pais, o grupo da rua, o grupo da escola, o grupo da cidade etc), e é necessário que tenhamos esse valor quando pensamos em planejar as aulas, as avaliações e tudo o mais. Via de regra, o conceito fica restrito à individualidade (do professor, da disciplina, do aluno) e não corresponde à realidade factual do entorno a que estamos inseridos.
O planejamento deve ser um documento real e elaborado, e que contemple as nuances mais objetivas do fazer pedagógico. Se for assim, certamente, o educador reflexivo vai perceber que, na burocracia daquele procedimento, reside uma organização primorosa que busca redimensionar, positivamente, seu trabalho.


A ideia desse post está mais bem desenvolvida no artigo
Educar é uma Festa, de minha autoria,
que pode ser lido na íntegra a partir do acesso ao link abaixo:
http://pt.scribd.com/doc/50656117/EDUCAR-E-UMA-FESTA


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Preparo e Determinação

Eis aí duas variáveis a que se deve deter qualquer profissional compromissado: preparo e determinação. Em Educação, além de não poder ser diferente, é extremamente importante a atenção a esses aspectos.
Por preparo, cabe entender que, na sociedade moderna em que vivemos, somos exigidos a estar sempre conectados ao nosso campo de conhecimento. Como em Educação, o campo de conhecimento vai além do preparo técnico e/ou específico, é necessário que estejamos o tempo todo em constante estudo dos processos de desenvolvimento humano. O que, na realidade, resume-se todo o fazer pedagógico: promover o desenvolvimento humano – intelectual, emocional e vivencial.
O preparo intelectual é o que nos subsidia às relações de leituras do mundo e de formação analítica dos conceitos e realidades que nos cerca; o preparo emocional consolida-nos o equilíbrio para lidar com as inúmeras relações pessoais e aspectos subjetivos que estão ao nosso entorno; o preparo vivencial é o que nos molda como seres humanos que se relacionam com outros seres humanos.
É a medida de o quanto estamos preparados nessas variáveis que nos facultam promovê-las nos educandos.
A determinação dá-nos a medida da persistência em que acreditamos. Seremos determinados quando, na consciência do nosso preparo, soubermos exatamente o caminho de nossas metas.
É preciso que vejamos, então, que preparo e determinação são elementos internos e indissociáveis de constituição da nossa identidade profissional. Ser Educador é motivar-se, ininterruptamente, a tais aspectos de requisito relevante para um trabalho de boa qualidade.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Feliz 2013, com Novas Atitudes e Mais Reflexão

Começa 2013! O início de um novo ano é sempre momento de pensarmos na renovação. Renovação de caminhos, de posturas, de reflexões. Em Educação, exige-se cada vez mais que adotemos uma postura reflexiva a respeito de nossas ações. Ainda que estejamos em férias, longe das escolas e dos alunos, vale pensar em reservar um tempo para aguçar essa necessidade.
O professor precisa estar sempre antenado, sempre captando o mundo que lhe cerca. É, não há descanso... O que é bom, porque será dessa atitude de trazer consciente, em constantes caminhos, o pensamento de seu trabalho que resultará a boa qualidade do seu fazer pedagógico.
Amplie suas leituras, veja filmes bons, permita-se idas a museus e espaços culturais, escute as pessoas, faça anotações, encante-se um pouco com a poesia da vida... Há tanta coisa boa a ser feita em nome do exercício dessa capacidade reflexiva, que não há como ficar alheio a tudo isso.
Que este ano que se inicia traga-lha muitos e bons motivos para que a sua identidade docente fique cada vez mais fortalecida. E que, desse fortalecimento, resultem alunos mais preparados, aulas mais instigantes, ações mais significativas, relações mais consolidadas.
Um grande ano para o seu trabalho na Educação!