terça-feira, 31 de julho de 2018
segunda-feira, 30 de julho de 2018
PROBLEMAS TÉCNICOS
Em virtude de problemas técnicos, deixamos de publicar o conteúdo de hoje. A partir desta terça, as publicações do Blog retomam sua normalidade.
Obrigado pela compreensão.
Obrigado pela compreensão.
quinta-feira, 26 de julho de 2018
terça-feira, 24 de julho de 2018
quinta-feira, 19 de julho de 2018
terça-feira, 17 de julho de 2018
quinta-feira, 12 de julho de 2018
terça-feira, 10 de julho de 2018
segunda-feira, 9 de julho de 2018
quinta-feira, 5 de julho de 2018
quarta-feira, 4 de julho de 2018
Anotações - Perspectivas para o Brasil
Uma lida rápida no título dessa minha publicação e vai parecer que quero falar das chances da seleção brasileira nas próximas fases da Copa do Mundo de Futebol... Não! Gostaria de falar mesmo é das perspectivas para as nossas próximas eleições.
Sabemos bem da grande alegria e das referências do patriotismo de ocasião que a Copa do Mundo suscita em todos nós - vestimos até a alma de verde e amarelo e gritamos desenfreadamente pelos gols que nascem lá longe; até o Hino Nacional - ou parte dele - sabemos entoar. E estamos reunidos em praças públicas de diversas capitais, união movida pelo simbolismo do futebol... Daqui a pouco, tudo isso acaba e, independente de estamparmos mais uma estrela na camiseta amarela ou não, sairemos desse evento sem muitas perspectivas para o nosso futuro. Esse futebol da Copa do Mundo já fez a vida de todos os seus atletas, que vivem em uma realidade tão distante dos que pintam os rostos e as ruas.
Precisamos cuidar da nossa vida. E a perspectiva política, essa que rege nossos movimentos sociais, econômicos etc., deve ser a preocupação que mais precisa ser a tônica da nossa vida. Logo, teremos eleições importantes e os nossos movimentos - de escolha, de análise, de reflexão... - serão as principais ferramentas que fundamentarão os rumos dos nossos caminhos.
Ainda que a festa da Rússia pinte os nossos olhos de alegrias mil, não podemos esquecer das mazelas cotidianas, criadas por aqueles que prometeram reparar cada dissonância. E nada de trocarmos as cores e as músicas do futebol pelo traje da ingenuidade rotineira: quando começarem as propagandas políticas (se já não começaram...), teremos outro ambiente de alegria e festa com promessas vãs de momentos melhores.
Acordemos!
terça-feira, 3 de julho de 2018
segunda-feira, 2 de julho de 2018
Interconectividade - O digital sobrepondo-se ao humano
O fenômeno das conexões digitais ganha, a cada dia, contornos maiores. Basta enxergar um pouco o que está no nosso entorno.
As pessoas manipulam seus aparelhos celulares em um frenesi quase inconsciente. A facilidade e o cômodo do que está ao alcance das nossas mãos são uma tentação irrefreável. Por isso, saltamos de um estímulo a outro, uma verdadeira viagem que nos desconecta do que está ao redor. E nesse processo de desconexão está o parâmetro mais interessante: deixamos de perceber o outro ser humano que está ao nosso redor. E, embora pareça dramático, caminhamos cada vez mais naquele sentido das ficções a que assistimos: desconhecemo-nos do outro ser humano.
E não é só isso: às vezes, esse desconhecimento soa como proposital, quase como se fosse detectar um inevitável incômodo na percepção do outro. Reconhecer o outro - e todas as suas vicissitudes - causa incômodo e estranheza.
É assim que nos encontramos nesse fenômeno digital e na tão propalada reflexão que se faz a respeito sobre as conexões. Só para termos uma ideia, a questão das conexões humanas virou tese e tema de cursos universitários.
Muito sério esse problema! É preciso aprendermos sobre a percepção do outro.
E não se trata de criarmos o movimento simplista das oposições: digital X humano. As tecnologias digitais são auxiliares do nosso desenvolvimento - valemo-nos de todos os aperfeiçoamentos digitais, que chegaram para oferecem-nos conforto e avanço sociais. O problema maior, o mesmo quando se fala de qualquer tecnologia, é a discussão do uso que fazemos dela.
Toda e qualquer tecnologia, por si só, é um elemento inerte. A vida se dá quando a utilizamos e damos significado a seus conceitos. E é aí que a porca torce o rabo: em certos momentos, tanto a utilização quanto a significação dos conceitos daquela tecnologia não nos remete a qualquer positividade... muito pelo contrário - valemo-nos das tecnologias que estão ao nosso alcance para o desconhecimento e o demérito dos que estão ao nosso redor.
Em certa instância - até reconheço que ainda está em pequena monta -, é o que nos acomete nos tempos de hoje. Em pequena monta, mas com uma progressão geométrica de aumento que é de assustar. E o cenário pode ser aqueles das ficções ditas acima: sociedades distópicas, em que os estranhamentos sociais são a tônica de qualquer povo; e que, ainda, verificamos um império de algum movimento técnico sobrepondo-se ao humano.
Ainda que a minha análise esteja tendente a uma situação de desespero, penso que há conserto... ou melhor, que há possibilidade franca de equação entre os conceitos digitais, tão necessários, e os humanos, tão essenciais.
E quando estamos em posição de envolvimento pedagógico com questões como a que se apresenta, precisamos ter disponibilidade de abordar o tema em nossos posicionamentos. Precisamos falar disso; precisamos refletir constantemente sobre o nosso comportamento a propósito; precisamos ouvir quando alguém tem algo a dizer sobre o assunto; precisamos nos formar (técnica e emocionalmente) sobre a questão; precisamos disseminar reflexões como essa.
O problema da interconectividade está no exercício cotidiano da percepção do equilíbrio entre as ferramentas tecnológicas e a consciência da alteridade.
quinta-feira, 28 de junho de 2018
terça-feira, 26 de junho de 2018
segunda-feira, 25 de junho de 2018
PROBLEMAS TÉCNICOS
Por questões de problemas técnicos, deixamos de publicar a matéria de hoje no Blog.
Contamos com a sua compreensão.
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quinta-feira, 21 de junho de 2018
quarta-feira, 20 de junho de 2018
terça-feira, 19 de junho de 2018
segunda-feira, 18 de junho de 2018
Senso crítico
Começaram os delírios e deslumbramentos com o início da Copa do Mundo. Ainda um pouco tímido, os torcedores brasileiros revisitaram as bandeiras passadas, enfeitando janelas e sacadas dos apartamentos e casas pelas ruas afora. De quebra, estamos todos sorrindo por conta dos tropeços da Argentina e Alemanha, a quem já decidimos torcer contra.
Não há problema em estampar esse patriotismo de ocasião, penso. Mas não se pode perder o senso crítico, justificado por alguns pares de jogos, que bem sabemos vale bem pouco para todos nós.
Hoje, o futebol virou uma espécie de alento para as nossas mazelas. A política vai mal, mas tem jogo no domingo; a economia está que é só tristeza, mas aquele jogador bonitinho faz um gol fenomenal; vivemos penúria de miséria, mas nosso time está em primeiro na tabela... e por aí vai. Em tempos de Copa do Mundo, a coisa ganha uma dimensão mais especial: a programação da televisão vira uma bela lavagem cerebral; as propagandas ganham tons emocionais de filmes épicos; todas as notícias que interessariam um debate fica para quarto plano...
Daí que o senso crítico é o verdadeiro exercício de representação da consciência de cidadania. Não podemos nos abster de conhecer os percalços por que estamos passando, causados pelos problemas mais adversos. Da própria Copa do Mundo, cuja última edição foi realizada em nossas terras, vêm ilustrações nada agradáveis: grande parte das obras idealizadas para a Copa de 2014, que seriam benefícios para os cidadãos, não chegou a ser concluída; temos notícia, hoje, de tudo o quanto de dinheiro foi desviado por conta das mesmas obras que não foram realizadas, enriquecendo mais ainda aquele povo que se locupleta das corrupções. Além disso, já estamos assolados por um cenário nada agradável, com todas as notícias que nos chega, nos últimos tempos, de sujeiras e lamas as mais diversas - quase todas envolvendo cifras inimagináveis de corrupção e desvios; nossos sistemas político e judiciário estão desacreditados, deixando-nos sem muita visão positiva de perspectiva; nossos resultados em educação e desenvolvimento humano não são nada bons, até em comparação com países em que não creditávamos muita referência; e em grande parte de nossas regiões, há uma insegurança muito grande por causa dos índices de violência e criminalidade.
Não há problemas, repito, em pintar rosto, ruas e paredes de verde e amarelo para, acompanhando os ritmos das propagandas de refrigerantes, cervejas, bancos e companhias de operadoras de celulares, ficarmos roucos pelos variados apelos às jogadas que a televisão nos mostrarem à exaustão. É preciso, apenas, incluir nesse roteiro o exercício pleno de consciência a que devemos nos apoiar em nossos movimentos do cotidiano... Pensemos, nesse sentido, que em meados do mês que vem, tudo isso acaba e precisamos retomar nossa história real, independente de quem quer que tenha levantado a taça.
Eis aqui, penso, um pouco do microcosmo que representa os nossos processos de desenvolvimento pessoal. Nossa história real precisa ser, constantemente, confrontada, para alcançar os rumos que queremos tomar. Independente dos cantos da sereia que estarão nos distraindo sempre, fazendo-nos ver beleza onde ela não existe.
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