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segunda-feira, 22 de outubro de 2018

A Educação

Todo mundo tem falado da importância da Educação. Sim, a Educação é importante. A questão é de que Educação estamos falando.
Quando se propaga, com efeito de marketing, sobre o quão importantes são os processos de Educação, quase sempre estamos falando das variáveis pedagógicas que se expressam nos espaços escolares. Esquecemos, entretanto, de pensar no tema  com a dimensão maior que ele pede.
As escolas não são as únicas instituições que devem se responsabilizar pela transmissão das variáveis educativas. Aliás, às escolas, na verdade, competem mais as instâncias técnicas e intelectuais.
A Educação, principalmente, nos dias de hoje, devem remeter-nos às necessidades de avanços positivos dos processos morais e de virtudes, que devem, aí sim, somarem-se à evolução intelectual. Nesse bojo, referenciam-se como importantes os sistemas familiares, em que devemos receber as necessárias instruções de como nos portarmos diante de momentos conflituosos.
Bem sei que, já há algum tempo, as famílias têm passado por caminhos de desestruturações. É o preço que pagamos pela evolução da sociedade. Entretanto, essas desestruturações não podem ser o fiel da balança. Da mesma forma que a sociedade precisou evoluir, as relações familiares também precisaram. E, nessa roda-viva, é preciso achar meios e alternativas em que possamos trabalhar o desenvolvimento das crianças e jovens; não se deve, como está acontecendo, delegar essa importância a outras instituições (escola, trabalho, igreja, televisão etc.).
Cada uma das demais instituições estimula algum tipo de saber. Isoladamente, esses saberes não se completam na ideia de desenvolvimento ideal. É preciso reunir esses saberes em um corpo pleno em que se verifiquem avanços nos variados aspectos que nos constituem: familiar, escolar, social, profissional, cultural etc.
Quando alcançamos positividade nesse corpo total, podemos pensar em um avanço da Educação.

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