quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Para refletir - Aprender sempre



terça-feira, 15 de setembro de 2015

Anotações - Construção de pontes

Quem acompanha as tiras do Armandinho, criação de Alexandre Beck, conhece a sensibilidade e as sacadas para reflexões as mais diversas vindas dali. Se você não conhece, clique aqui para ter uma ideia das aventuras do Armandinho...
Em uma de suas publicações recentes (veja aqui), Armandinho está envolvido em uma construção que parece vir a ser um muro. No final, entretanto, ele diz que o melhor não é construir muros e, sim, pontes. E é genial na mais óbvia das metáforas: o muro separa, a ponte aproxima, conecta.
O que é desolador, a partir da constatação da obviedade da metáfora, é que nós, agentes dos processos de desenvolvimento pessoal, se fizermos um balanço de nossas atuações, vamos perceber o quanto de muros construímos em nossas relações. É até compreensível: a construção do muro encerra-se nela mesma; a construção de pontes exige a necessidade de constantes reaproximações e do exercício trabalhoso de convivência.
A convivência é um pressuposto que demanda cuidados e releituras de ações e de comportamentos, os quais, na conceituação do ser humano moderno, acabam constituindo dificuldades de posicionamentos. Entretanto, e a felicidade do Armandinho em propor a construção de pontes ajuda-nos nessa leitura, o exercício de convivência ainda é o melhor remédio para a definição de uma humanidade mais saudável.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Territórios de Aprendizagem

A ideia de se buscar o conceito de territórios de aprendizagem está na relação em que é preciso transcender o ambiente escolar como o único em que se podem trabalhar os referenciais pedagógicos. Ultrapassando os muros da escola, os espaços do entorno ganham dimensões de possibilidades de aprendizagens. Assim, a rua, o bairro, os estabelecimentos históricos e culturais, a cidade, tudo ganha contorno de verdadeiras aulas. É preciso abrir olhos e movimentos a essa variável.
Já há algum tempo, a sala de aula, em seus limites definidos de paredes, vem se mostrando desinteressante como espaço de aprendizagem. Desinteressante, de uma maneira geral. Alunos e professores, interessados em variáveis positivas de ensino e aprendizagem, certamente, devem corroborar essa referência. Do desinteresse para a desmotivação, é um passo rápido.
A busca de exploração dos mais diversos territórios de aprendizagem, tangentes ao espaço escolar, é uma saída possível. Para tanto, é preciso elaborar mapas de apreensão do entorno; de saída, essa elaboração, certamente, já vai constituir uma nova motivação. Via de regra, pensamos que a existência de territórios de aprendizagem está distante da escola - normalmente, enxergamos naquelas saídas costumeiras (museus, cinemas, parques de diversões etc.). Às vezes, quando bem conhecidos e trabalhados, certos pontos próximos ao ambiente escolar configuram-se verdadeiros locais de aulas e de apreensão histórico-cultural.
As feiras livres são ótimos exemplos desse apontamento (em alguns casos, as feiras livres estão na própria rua da escola), locais propícios para o trabalho das mais diversas disciplinas e do encaminhamento de variados projetos pedagógicos (linguagem, matemática, história, ciências etc). Se os agentes pedagógicos permitirem-se, neste caso, enxergar nas feiras livres uma possibilidade de redimensionamento dos trabalhos curriculares, é bem possível que novas motivações surjam no desenvolvimento das ações educativas.
E a feira livre é apenas um exemplo. Certamente, muitos outros surgirão quando todos se predispuserem ao conhecimento dos espaços externos à escola. Uma praça, uma igreja, um estabelecimento comercial, uma residência; é bem possível que muitos pontos possam surgir carregados de elementos de aprendizagens. Dessa aprendizagem próxima, que conta a história da região, significando-a e postulando elementos valorativos da cultura local.
Os tais mapas de apreensão do entorno serão guias carregados de conteúdos pedagógicos, se bem conduzidos por todos. Neste jogo de entendimento territorial, não é só a variável pedagógica que ganha. Ganham os processos de auto-estima, de valorização histórico-cultural das regiões e do desenvolvimento pessoal.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Anotações - Experimentação

Algumas matérias, em publicações especializadas sobre Educação e Desenvolvimento Pessoal, estão chamando a atenção para a referência de tornar o participante alguém que se proponha a fazer, a realizar algo.
Tangenciando esse pressuposto - o de realizar - está o conceito de experimentação.
Emprestada da área científica, a ideia de experimentar revela um princípio fundamental da aprendizagem: é preciso aplicar o conhecimento adquirido, mas não se sabe se o resultado será aquele que se espera. Então, experimenta-se a aplicação, analisa-se o que se obtém e verifica-se se é positivo o resultado e se é possível testá-lo outra vez. Neste círculo de paciência, a palavra "testar" torna-se uma das chaves de apreensão do saber.
À palavra "testar" soma-se o princípio do exercício prático (talvez repetido por diversas vezes), em que se analisam os resultados. Científico e filosófico: pratica-se e reflete-se, o tempo todo.
A experimentação é a base mais significativa da assimilação de aprendizagens, já que o objeto de conhecimento torna-se vivo e altamente importante para o aprendiz. Em sendo assim, o aprendiz desenvolve um senso de autonomia e de domínio da área do saber.
Para tornar a experimentação esse caminho de positividade, o professor precisa também desenvolver esse senso - o de enxergar no objeto do conhecimento algo vivo e carregado de significados.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Anotações - Trabalho com Origami

Recentemente, participei da programação da Virada Sustentável, com duas atividades relacionando a arte de dobrar papel com variáveis de construção... foi interessante!
A utilização do origami como referencial lúdico e de desenvolvimento pedagógico já foi bastante estudado, acredito. A arte de dobrar papel possibilita uma gama variada de benefícios - desde exercícios de criatividade, passando pelo desenvolvimento da coordenação motora fina até trabalhos de concentração e de integração social.
A instauração de espaços em que os participantes experimentam possibilidades de criação e de contemplação estética - aqui, neste caso, a partir do trabalho com o papel - guarda em si uma variável de alcance muito significativo.
Penso que poderia ser uma atividade a ser incluída na programação das escolas, de uma forma efetiva e tranquila. Mesmo que, a princípio, seja em caráter recreativo, tenho convicção de que todos sairiam ganhando.
O origami permite uma série de variáveis pedagógicas positivas e pode ser incluído nas mais variadas estruturas curriculares: área de linguagens, de artes, de matemática, de ciências, geografia etc. Basta um pouco de experimentação por parte do professor; a matéria prima é o papel (de revista, de jornal, sulfite etc), o que, de saída, vislumbra uma discussão muito boa sobre a questão da reciclagem e do reaproveitamento.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Anotações - A arquitetura da Escola

Já discutimos, aqui, em uma ou outra publicação, a ideia de o quanto a arquitetura do prédio escolar interfere na assimilação e motivação das aprendizagens. Exemplos de espaços físicos que priorizem o dinamismo e a facilitação dos caminhos de aprendizagem, a partir de mudanças arquitetônicas (algumas até radicais, é de se reconhecer!), estão aparecendo em veículos especializados que abordem os referentes educacionais.
Por aqui, em nossas paragens, não é diferente, ainda que não abundante. Alguns espaços físicos, de características escolares, têm subvertido uma ordem comumente vista: muros, paredes, portões, salas isoladas etc.
Nestas escolas que viram notícia por suas transformações arquitetônicas, a prioridade é criar motivações de aprendizagens. Então, o espaço é alterado: salas isoladas, portões, paredes e muros deixam de existir. E o motivo é bem simples: as relações de ensino e aprendizagens estão mais diversificadas, hoje em dia. Ainda que sejamos tradicionalistas, não podemos fechar os olhos às relações colaborativas de aprendizagem, em que o papel do professor é mais de mediador, de facilitador, do que de transmissor de conhecimento; e o papel do aluno ganha mais protagonismo nas variáveis de ensino e aprendizagem.
A compreensão do conceito de objetos digitais de aprendizagens e a leitura de mundo que posiciona os saberes em espaços os mais variados deslocaram a atenção que, antes, concentrava-se em quadros negros e discursos dos professores.
Nessa realidade, a arquitetura dos espaços físicos há de acompanhar as transformações por que caminham as variantes de desenvolvimento. E todos, professores, alunos, pais e demais agentes da atmosfera pedagógica precisam rever conceitos, justamente para que essa evolução caminhe por rumos mais motivadores.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Anotações - O brincar

Não sei se você assistiu ao documentário "O Território do Brincar", em que se demonstram as relações de crianças dos quatro cantos do Brasil com a prática do brincar. É um documentário fantástico; quem trabalha com crianças, ou interessa-se pelo universo infantil, é recomendação sem pestanejar. Para acessar a página de trabalho relacionada ao documentário e a outros estudos do grupo, clique aqui.
Além das variáveis apontadas no documentário, a ideia de brincar vira e mexe volta à baila para nossa reflexão, sobretudo nas questões a propósito do lúdico nos contextos pedagógicos.
Brincar, como referência infantil, não guarda, obrigatoriamente, demandas relacionadas com aprendizagens contextualizadas nos espaços pedagógicos. A criança brinca, principalmente, por diversão e por satisfação emocional... é gostoso brincar, pronto! A criança não teoriza o brincar.
O que nós, educadores reflexivos, podemos aproveitar desse universo infantil é o manancial de experiências enriquecedoras para o desenvolvimento pessoal que a brincadeira proporciona.
Ao brincar, a criança experimenta uma série de sensações e de exercícios sócio-emocionais, que vão proporcionar ferramentas mais eficientes e produtivas para os caminhos de seu desenvolvimento (social, afetivo, motor etc.). Mas, repetindo, a criança não teoriza o brincar. Ela brinca, só isso!
Ao compreendermos o brincar como pressuposto rico de subsídios, assumimos essa responsabilidade de teorizar sobre o assunto, estudando-o com afinco, como fazemos com qualquer objeto de ciência e de pesquisa. E passamos a enxergar melhor as porções de positividade que existem na prática das brincadeiras.
Daí, podemos partir para ações, que não só garantam o direito da criança de brincar, mas que permitam a instalação de espaços e tempos facultadores do universo lúdico nas trilhas do desenvolvimento pessoal.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Educação transformadora

Todos os processos e variáveis que se verificarem nos espaços escolares, pontuados pelas referências de natureza pedagógica, devem ter a característica de provocar certa dimensão transformadora. A ideia é a de transformar as pessoas para transformar as realidades.
Paulo Freire já havia nos ensinado que a educação é consubstanciada em um exercício de consciência social e política, quase como uma referência de subversão aplicada. Subversão da ordem instaurada para criar uma outra ordem. Transformação.
Professores e alunos - agentes principais da atmosfera pedagógica - devem ser atores e pacientes dessa visão: ambos precisam entender-se como seres que vão propiciar e receber as instâncias do caminho de transformação.
Transformar-se é buscar uma nova forma; é criar uma nova forma. Uma invenção que reforma o que já não dá mais certo. Transformar-se é buscar acertar.
E nesse processo, a reformulação das estratégias que vêm sendo usadas é o maior caminho. A reformulação, do que vem sendo aplicado em nome do comodismo e da segurança dos caminhos conhecidos, precisa ser levada a sério. É preciso andar por caminhos novos.
A busca de uma educação transformadora vai exigir um pouco de todos nós. Sobretudo, a saída dessa zona de conforto em que nos metemos, crentes de que isso seria bom. Quando nos encostamos em alguma zona de conforto, na medida das coisas, é porque estamos cansados... por isso ou porque não temos visão de alternativas. A questão é que a zona de conforto não nos deixa caminhos de evolução, na razão em que tudo já está experimentado e gasto.
A educação precisa caminhar por trilhas de aventuras. Aventuras responsáveis, mas aventuras... Em que todos descubram-se desbravadores de conhecimentos. Precisamos dessa motivação: desbravar conhecimentos. Seguramente, nossos olhos brilharão mais energizados e nosso corpo despertará para reluzentes descobertas.
O que é alentador nessa poesia toda é que professores e alunos, como seres humanos que são, estão dotados das mais eficientes ferramentas buscadoras daquela intenção. O ser humano, em sua compleição fundamental, está pleno das competências e habilidades transformadoras, aquelas que subvertem as ordens inertes. O que aconteceu foi que, por razões das mais variadas, deixamos nossa plenitude escorada em escusos portos dos nossos cansaços físicos e morais... Se foi assim, precisamos despertar!
A busca de uma educação transformadora é o pressuposto da subversão consciente que nos faz maiores e melhores. 

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Anotações - O autoconhecimento

Se houver um tópico, em torno do qual deve-se priorizar os fundamentos da Educação, penso que a ideia de autoconhecimento deva ser fator a ampliarmos nossa reflexão.
A questão de o sujeito ter clara a variável do que se é capaz de fazer - em justa medida, o conceito síntese do autoconhecimento - parece-me uma das apreensões principais do desenvolvimento pessoal. Saber do que se é capaz de fazer torna melhores os alunos e os professores. De um lado, sei que as medidas de minha aprendizagem precisam desse ou daquele complemento; de outro, entendo que o meu conhecimento pode ser importante ou significativo para que minhas aulas possam ser positivas.
O autoconhecimento é, antes de qualquer coisa, o fator de consciência mais importante na elaboração das inteligências e dos saberes, na evolução das pessoas. É com base no que se é capaz de fazer que as pessoas devem ser movidas à busca de novas apreensões e elaborações da construção do conhecimento.
Nesse sentido, uma das tarefas recomendadas a quem está buscando os parâmetros de seu desenvolvimento é, justamente, aprender a listar os tópicos que perfazem o seu atual conhecimento: ao listar os tópicos do que se conhece, aprendemos a observar o que não conhecemos. E nessa elaboração socrática da busca de aprendizagens, buscamos, melhor, nossa evolução pessoal.



terça-feira, 25 de agosto de 2015

Anotações - O analfabetismo social

Quando usei o termo, aqui, de passagem em uma publicação, pensei que ainda há muito o que se falar sobre esse conceito, o do analfabetismo social. A matéria, de onde apreendi a ideia, é uma entrevista realizada com o professor Carlos Neto, também investigador, da Faculdade de Motricidade Humana, em Lisboa, Portugal. Se quiserem dar uma olhada na entrevista, clique aqui.
O conceito é bem entendido por aqui - talvez seja uma variável global -, em que estamos nos afastando das relações humanas, sociais. Os aparatos tecnológicos - de que nos valemos para trazer mais conforto e agilidade aos processos humanos - são os grande vilões da história. Em princípio, pensei que seria um problema que mais afetasse os jovens, detentores das maiores habilidades em se comunicarem melhor por smartphones e quiçás, em detrimento aos convívios humanos e sociais, que tão bem nos fazem. O professor Robinson Gessoni, destacado especialista em aprendizagens, mostrou-me que o problema é maior; em um comentário a uma das publicações por aqui, o professor Gessoni abordou a questão preocupante do fator de analfabetismo social observada por ele nos ambientes corporativos, por que trafega ministrando suas palestras e cursos de alto interesse.
Fato é que, nós, seres humanos, estamos mais propensos a realizar os propósitos de comunicações que se apoiem em instâncias tecnológicas (telefone, e-mail, aparelhos celulares, redes sociais etc.). Não obstante os facilitadores que essas instâncias nos oferecem, o efeito colateral parece cruel: não conseguimos mais nos relacionar, no que diz respeito aos aspectos da comunicação, de uma maneira direta e objetiva, buscando no olhar do nosso interlocutor as variações de entendimento à mensagem. Em outras palavras, trocar dois dedos de prosa com outro ser humano passou a ser um périplo de difícil realização (ou porque não estamos disponíveis para isso; ou porque o outro não está disponível, também; ou porque não conseguimos mais deter o código das comunicações presenciais...).
Vamos voltar a esse tema, qualquer hora, pois o problema é demasiado grande para refletir só um pouquinho.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Diversificação de repertório

Nos espaços escolares, o pressuposto fundamental de um trabalho pedagógico que vise, verdadeiramente, aos processos de desenvolvimento pessoal, deveria estabelecer como paradigma básico o princípio da diversificação do repertório do aluno.
Ao ingressar na Escola, os alunos apresentam certo conhecimento de mundo e das relações sociais; não nos cabe a preocupação em julgar se esse aparato que o aluno possui está em aspecto valorativo dessa ou daquela natureza. Entretanto, minha função de Educador permite-me antecipar que, nos caminhos naturais de evolução, essa estrutura que o aluno traz não é suficiente. A vida que virá pela frente, dinâmica e pontilhada de desafios, vai exigir um constante aperfeiçoamento na revisão de trilhas e rumos.
Além disso, sabemos, ainda, que a diversidade não se consolida em singular conhecimento. Cada situação representará uma demanda específica de ação e comportamento, fundamentada nas percepções das inteligências múltiplas.
É aqui que entra o princípio da diversificação do repertório.
Ao trazer o seu repertório de informações e premissas, o aluno até já está constituído de bases, às vezes até bastante elaboradas. Os processos pedagógicos devem ser constituídos, na dimensão da reformulação dos conhecimentos, de forma a proporem a tal diversificação de repertório.
Talvez a primeira grande reflexão sobre esse princípio seja a de que os agentes pedagógicos - alunos, professores etc - necessitam estabelecer a consciência precisa da dimensão de o quanto se conhece desse repertório - primeiro, do que é trazido para a Escola; depois, do que será necessário aos caminhos da sociedade.
Veja que deve haver uma leitura de mundo, por parte dos professores e da Escola, de o quanto a sociedade estabelece de repertório necessário para que os sujeitos tenham sucesso e prestígio em seus caminhos. E aqui, essa leitura de mundo transcende o que se estabelecem nos componentes curriculares; é preciso, além dos conteúdos, que a Escola traga a consciência do que é necessário, nos tempos e locais em que estão inseridas, para que a formação de seus alunos seja mais elaborada.
O conhecimento do repertório trazido leva, justamente, à reflexão ao entendimento das demandas de alternativas - a percepção das potencialidades e limites dos indivíduos -, em torno das quais verificam-se as possibilidades de mudanças de rotas e aplicação dos acréscimos de novos repertórios, que serão exigidos. O aluno precisa entender que ao seu conhecimento devem ser juntados outros, respeitadas as potencialidades e estabelecidos os limites de suas ações. A propósito da questão das potencialidades, a diversificação do repertório precisa levar em conta essa variável - é no conhecimento dos potenciais e limites, que se positiva essa diversificação de repertório.
Ao circunstanciar seu trabalho no princípio da diversificação do conhecimento que o aluno traz, a Escola possibilita melhores caminhos no processo de desenvolvimento e contribui para que a evolução pessoal seja fundamentada em variáveis de elaboração mais positiva.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Anotações - O uso das tecnologias

A utilização das variáveis tecnológicas, entendendo-as como ferramentas de possibilidade de redimensionamento positivo das práticas pedagógicas, pode fazer uma diferença e tanto no desenvolvimento dos trabalhos que visem à consolidação das aprendizagens.
Um dos maiores problemas dessa utilização é a questão das deficiências que temos em relação às ferramentas tecnológicas de que podemos nos valer. A definição de o que pode ser feito, a partir da inserção desse ou daquele equipamento no contexto de uma aula ou de uma atividade pedagógica, exige de nós uma percepção elaborada. Essa percepção deve estar fundamentada nas leituras que tenho sobre o tal equipamento.
Ou, simplesmente, estar disponível para perceber a realidade que envolve o domínio dos alunos em relação a alguns elementos de seus contextos. Foi o que fez uma professora, que integrou um trabalho de Artes com as relações de um jogo eletrônico. Veja o seu relato nesta matéria.
Como a linguagem tecnológica está melhor apreendida no domínio dos jovens, a utilização desta linguagem para relacionar a um trabalho pedagógico, certamente, será altamente motivadora. E esse é um dos pressupostos fundamentais para os encaminhamentos de qualquer referência de aprendizagem: tornar o objeto de conhecimento um elemento motivador.